O AC/DC está de volta ao Brasil — e isso, por si só, já seria motivo suficiente para garantir presença. Mas a verdade é que assistir a um show da banda australiana vai muito além da nostalgia: é uma experiência única, intensa e histórica. Confira cinco motivos que tornam esses shows imperdíveis.
Nesta turnê sul-americana da Power Up Tour, São Paulo recebe três noites históricas de rock pesado, algo raro e aguardado por fãs de todas as gerações.
Confira cinco motivos que tornam esses shows imperdíveis.

Foto: Divulgação
1. Três noites lendárias em São Paulo
O AC/DC confirmou três shows em São Paulo no Estádio do MorumBIS:
24 de fevereiro de 2026 — primeira noite eletrizante;
28 de fevereiro de 2026 — segunda chance de viver o clássico ao vivo;
4 de março de 2026 — encerrando a residência brasileira com chave de ouro.
Ter múltiplas datas em um mesmo país é raro e reflete a enorme demanda de fãs — e também a importância do público brasileiro na cena do rock mundial.
2. Um dos maiores nomes da história do rock ao vivo
Poucas bandas alcançaram o status e a longevidade do AC/DC. Com mais de 50 anos de carreira e riffs que atravessaram gerações, ver a banda ao vivo é testemunhar um ícone do rock em plena forma.
3. Energia absurda no palco
Mesmo após décadas na estrada, o AC/DC mantém uma entrega impressionante. A banda é conhecida por shows diretos, intensos e sem pausas desnecessárias, onde o rock fala mais alto. É volume, suor, atitude e pura eletricidade do começo ao fim.
4. Produção grandiosa e visual icônico
Canhões, sinos gigantes, explosões e uma iluminação marcante fazem parte do espetáculo. O AC/DC não economiza quando o assunto é impacto visual, transformando cada apresentação em um verdadeiro espetáculo sensorial — do tipo que fica na memória por muitos anos.
5. Um momento histórico para os fãs brasileiros
Não é todo dia que o AC/DC toca no Brasil — e ter três apresentações consecutivas em São Paulo transforma essa passagem em um evento imperdível. É uma oportunidade para veteranos reviverem grandes momentos e para novas gerações se conectarem com a lenda viva do rock.
Por: Juliana Carpinelli (Big Rock N’ Roll)
