Na última quarta-feira, 11, os fãs do rock ganharam mais um motivo para comemorar. Em uma nova entrevista concedida ao The Mistress Carrie Podcast, o lendário guitarrista Nuno Bettencourt confirmou que o Extreme completou os trabalhos iniciais de seu sétimo álbum de estúdio.
Sendo assim, o próximo esforço da banda servirá como o sucessor direto do aclamado álbum Six, lançado em junho de 2023. “[Estive em um] buraco negro criativo ao longo do último ano encerrando um álbum do Extreme. Temos cerca de 18 a 20 músicas novas e, ouso dizer, é o melhor álbum que já fizemos — como todo artista diz”, brincou Nuno.
Previsão de lançamento e altas expectativas
Apesar da gravação estar adiantada, o lançamento completo deve demorar um pouco. “Estamos esperando lançar o álbum provavelmente no final do ano. Mas esperamos lançar um single por vez. Talvez para a turnê europeia do Def Leppard [em junho] possamos lançar o primeiro. Em seguida, talvez para a turnê americana do Mötley Crüe, a gente lance um segundo, apenas para animar as coisas”, projetou o guitarrista.
De fato, as expectativas internas para o novo material estão altíssimas. Bettencourt revelou que encarou esse projeto como o “verdadeiro Super Bowl” da carreira da banda.
“Esta é a nossa carreira. A coisa toda é este próximo p*** álbum. Portanto, temos a oportunidade de fazer algo por nós mesmos — não para mais ninguém — e elevar essa barra. Queremos avisar a todos que somos uma banda de rock, que somos apaixonados e que deixamos tudo no palco”, declarou o músico de forma intensa.
O Extreme autêntico: “Quebramos o código”
Além disso, Nuno garantiu que o grupo conseguiu resgatar uma essência que estava adormecida. Curiosamente, ele afirmou que a banda finalmente “quebrou o código” sonoro que os diferenciava de todos os outros grupos do final dos anos 80.
“As pessoas costumavam chamar isso de ‘metal funk’ naquela época. Mas o funk é feliz. Então, qual é a versão pesada disso? Se eu voltasse para 86 — pouco antes de conseguirmos um contrato — e agora é 2026, o que seria essa versão? Será uma versão ‘de volta para o futuro’, um tapa na cara pesado, a versão funk de chutar as b***. É o Extreme autêntico que você nunca ouviu ninguém fazer desse jeito”, prometeu.
Por fim, o guitarrista destacou a imensa gratidão do grupo por essa nova fase de sucesso. O disco anterior, Six, impulsionou a banda de volta às grandes turnês e às paradas da Billboard, com vendas robustas e elogios massivos aos épicos solos de guitarra de Bettencourt.
