No último domingo, 8 de março, os fãs do inesquecível Ozzy Osbourne receberam uma excelente notícia. A exposição Ozzy Osbourne (1948-2025): Working Class Hero, atualmente em exibição no Museu e Galeria de Arte de Birmingham, sairá em uma grande turnê mundial.
A mostra imersiva ficará na cidade natal do falecido vocalista do Black Sabbath até setembro de 2026. Em seguida, o vasto acervo pegará a estrada para rodar o globo. Segundo Sharon Osbourne, viúva e empresária do músico, a instalação passará longe de ser uma exibição comum e polida.
Durante o mais recente episódio do podcast The Osbournes, Sharon conversou com o filho Jack sobre a profundidade histórica do acervo. “Temos cartas pessoais, desde cartões-postais de quando ele foi para a Europa pela primeira vez com o Sabbath até suas roupas pessoais e de palco”, revelou.
Uma visão íntima e realista de Ozzy Osbourne
Além disso, a empresária garantiu que a exposição trará elementos extremamente inusitados do cotidiano do artista. “De fato, todo mundo faz [exposições] de um jeito diferente, e eu aprecio isso. Mas com Ozzy, haverá de tudo, desde suas escovas de cabelo até suas meias sujas, sua cadeira de pintura suja e o pequeno estúdio que ele tinha em casa”, detalhou Sharon.
Portanto, embora a mostra também inclua homenagens grandiosas como prêmios Grammy e discos de ouro e platina, são os itens pessoais e excêntricos que criarão uma conexão real com os fãs. Sendo assim, a curadoria do evento pretende recriar fielmente o camarim de Ozzy.
Curiosamente, a coleção pode exibir até mesmo letras de músicas não utilizadas e milhares de desenhos de “cabeças de demônio”. O vocalista costumava rabiscar compulsivamente essas figuras macabras em papéis de papelaria de hotéis ao redor do mundo.
O retorno paralelo do Ozzfest
Enquanto isso, as homenagens ao legado de Osbourne não param por aí. Sharon também confirmou nesta semana que o lendário festival Ozzfest retornará de forma definitiva em 2027.
Vale lembrar que a empresária criou o evento originalmente em 1996, logo após o festival Lollapalooza recusar a presença de Ozzy em seu line-up. Naquela ocasião inaugural, a turnê de dois dias fez história no rock pesado ao contar com gigantes como Slayer, Danzig, Biohazard e o brasileiro Sepultura.
