O ano de 2025 foi um verdadeiro “ano de ouro” para o peso, repleto de retornos aguardados e lançamentos de alto nível. No entanto, para a prestigiada revista Rolling Stone, ninguém brilhou mais do que os veteranos de Sacramento. O Deftones garantiu o topo da lista de “15 Melhores Álbuns de Metal do Ano” com seu décimo trabalho de estúdio, o aclamado Private Music.
Uma disputa de gigantes
A vitória não veio sem esforço. Para alcançar o primeiro lugar, Chino Moreno e companhia superaram nomes de peso que também lançaram materiais sólidos este ano, como:
- Ghost
- Dream Theater
- Deafheaven
- Whitechapel
O reconhecimento sela o que os fãs já sentiam: o Deftones não é apenas um sobrevivente do nu-metal ou do alternativo dos anos 90, mas uma força criativa que continua ditando tendências e se mantendo relevante após três décadas de estrada.
A essência de Private Music
Diferente de bandas que tentam se reinventar drasticamente para buscar novos públicos, em Private Music o Deftones optou pelo refinamento. O álbum entrega exatamente o que os tornou lendários: a fusão perfeita entre riffs esmagadores e atmosferas etéreas, bebendo do shoegaze e do hardcore com uma naturalidade impossível de replicar.
É um disco que soa maduro e experimental, conversando com o legado da banda, mas sem nunca soar datado. Enquanto muitos grupos seguem fórmulas, o Deftones continua criando sua própria linguagem.
O veredito é claro: em 2025, o trono do metal tem dono. E ele pertence, com todos os méritos, ao Deftones.
