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Judas Priest: “um pouco mais progressivo, um pouco mais musical, mas não experimental”, diz Faukner sobre novo álbum

29 março, 2023
Judas Priest: “um pouco mais progressivo, um pouco mais musical, mas não experimental”, diz Faukner sobre novo álbum

Segundo o site Mundo Metal, em uma nova entrevista concedida ao The Metal Voice do Canadá, o guitarrista Richie Faulkner, do Judas Priest, falou um pouco sobre como estão os processos das sessões de gravação do novo disco da banda. Ele disse o seguinte:

“As músicas estão quase completas. Elas já existem há algum tempo. Não tínhamos a capacidade de nos reunir e gravá-las por causa da pandemia. E quando toda essa situação acabasse, nós estávamos preparados pra cair na estrada. Então nós tivemos que gravar as coisas novas enquanto estávamos na estrada. e nós fizemos isso. Então nós faríamos uma parte da turnê e eu voltaria e faria as guitarras e então aconteceria o mesmo para gravar a bateria. E então nós voltamos para a estrada de novo. E tínhamos feito coisas durante o ciclo da turnê. Agora Rob está fazendo os vocais. Então eles estão quase terminando.”

 

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Sobre o direcionamento musical do sucessor do acalamado “Firepower”, Richie falou o seguinte:

“Eu já disse isso antes e a Internet, você sabe, os tubarões, eles se apoderaram disso… eu definitivamente disse e Rob disse isso também, eu disse a palavra ‘progressivo’ e a Internet me destruiu. Mas eles não ouviram direito Quando eu disse ‘progressivo’, eu diria que é um pouco mais que isso… vou tentar explicar, em vez de, digamos, verso/ refrão, verso/refrão, solo, refrão e finaliza, pode-se fazer verso, parte musical, seção musical, ponte, refrão, seção musical, de volta ao verso, não fica no mesmo caminho, entende? às vezes sai e muda um pouco… Como nos velhos anos 70 onde o Priest costumava fazer essas coisas, como em ‘Sinner’ e coisas assim, costumava ser um pouco mais como uma jornada musical, o que eu acho ótimo. é interessante. Então é isso que posso dizer. Já disse antes: é um pouco mais progressivo, um pouco mais musical, mas não experimental, tem mais alguns riffs extras, Há mais complexidade, há mais solos, e mais riffs extras, o que não acho que seja uma coisa ruim, como guitarrista.”

 

Foto: Steven J. Messina

Fonte: Mundo Metal – Yurian ‘Dollynho’ Paiva

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