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David Coverdale promete surpresas na despedida do Whitesnake, mas descarta volta de John Sykes

6 dezembro, 2021
David Coverdale promete surpresas na despedida do Whitesnake, mas descarta volta de John Sykes

David Coverdale revelou que o Whitesnake está planejando “um projeto muito especial” para coincidir com a turnê de despedida da banda, que começa na primavera de 2022.

Em entrevista ao Eonmusic, o vocalista ressaltou novamente que a aposentadoria se refere a suas atividades nos palcos. Ou seja: ele deixa em aberto a possibilidade de seguir trabalhando em novas músicas.

“Eu tenho que fazer esta turnê de apreço e gratidão para encerrar de maneira digna. Estou chegando a 50 anos de pessoas apoiando meu trabalho, é simplesmente extraordinário, uma vida mágica. Como a música ‘Don ‘t Fade Away’ diz ’em suma, tem sido uma estrada difícil’, mas ainda temos a paixão de seguir em frente.”

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Em relação à surpresa prometida, Coverdale disse que ainda não pode revelar detalhes. Recentemente, o The Dead Daisies confirmou que abrirá shows da tour europeia do Whitesnake, o que abre caminho para um reencontro do frontman com seu eterno companheiro de Deep Purple, Glenn Hughes, além do guitarrista Doug Aldrich, parceiro entre 2003 e 2014.

 

David Coverdale e John Sykes

Quando o assunto é John Sykes, a coisa muda de figura. O guitarrista que acompanhou David Coverdale em seus discos mais bem-sucedidos não desperta a mesma empolgação no cantor quando se aborda a possibilidade de uma participação com o Whitesnake.

“Eu admiro John, desejo-lhe tudo de bom. Foi interessante que tivéssemos tanto sucesso compondo juntos, porém, pessoalmente nunca nos acertamos. Havia uma briga constante.”

 

Coverdale revela que houve dois momentos em que se realizaram tentativas de conciliação entre a dupla, que acabaram não dando em nada. A primeira ocorreu no início do século 21.

 

“Um amigo em comum nos reuniu, acho que foi em 2002 ou algo assim. Conversamos por um longo tempo e foi adorável. Mas quanto mais e mais falava com ele, mais sentia ser a mesma pessoa de 30 anos atrás. A última coisa que eu queria era me comprometer e depois acabar ligando para minha esposa de Tóquio, dizendo: ‘por que diabos eu concordei com isso?’.”

 

Uma década depois, houve nova tentativa.

“Quando perdemos Jon Lord (tecladista do Deep Purple), eu estendi a mão para muitas pessoas, incluindo Ritchie Blackmore. Queria enterrar qualquer mágoa em potencial. No caso de Sykes, não fui recebido de forma particularmente positiva. Então, o que posso dizer é que desejo felicidades a todos com quem trabalhei. Cada um trouxe algo incrível para a festa.”

Fonte: Igor Miranda Música e Jornalismo – João Renato Alves

 

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