Tony Iommi afirma que há uma versão de “Evil Eye” do Black Sabbath com Eddie Van Halen

Crédito: Reprodução/Facebook/Ross Halfin

 

Tony Iommi, membro fundador do Black Sabbath, fez declarações recentes em conversa ao Trunk Nation da SiriusXM sobre uma versão da música “Evil Eye”, do álbum Cross Purposes de 1994, gravada com Eddie Van Halen.

O guitarrista também falou sobre se reunir com os membros originais da banda incluindo Ozzy Osbourne.

Em 1993, segundo Iommi, Eddie participou de um ensaio do Black Sabbath em Birmingham, Inglaterra. Na ocasião, o guitarrista tocou um solo na música “Evil Eye” e a gravação foi registrada. Tony ressalta que a fita não será lançada oficialmente, por se tratar de um momento especial entre amigos.

“Pegamos uma guitarra do Eddie e o levamos para onde estávamos ensaiando. Começamos a tocar algumas coisas do Sabbath. Então começamos a tocar, e eu disse: ‘Estamos escrevendo outra música no momento, ‘Evil Eye’.’ E começamos a tocá-la, e ele se juntou e basicamente tocou o solo durante o ensaio, o que foi ótimo, quero dizer, um solo muito, muito bom.”

“Nós temos uma fita disso, mas obviamente, não íamos nos aproveitar, tipo, ah, vamos lançar isso porque, afinal foi apenas uma ocasião especial que tocamos juntos.”

Confira o trecho de Tony Iommi falando sobre a gravação no link:

 

Reunião ainda é possibilidade

Segundo o site Wikimetal, Iommi também comentou a possibilidade de uma reunião do Black Sabbath com Ozzy Osbourne e os membros originais. Apesar de já terem discutido a ideia, ainda não há nada concreto.

“Como eu disse, continuamos indo e vindo. É realmente uma coisa engraçada. Quero dizer, Deus, teremos 90 anos quando fizermos isso.”

“Seria uma boa ideia, mas você sabe, você vai fazer todo mundo pensar: ‘Oh, eles estão fazendo isso por dinheiro’. E bem, não seria. Quero dizer, seria algo legal de se fazer, e se isso acontecer será outra coisa. Mas veremos.”

Fonte: Wikimetal – Sabrina Ribeiro

Dinho Ouro Preto reflete sobre atemporalidade das músicas do Capital Inicial: “vem da costela Punk Rock”

Crédito: Bel Gandolfo

 

O Capital Inicial celebrou os 25 anos do seu emblemático disco Acústico MTV durante um show emocionante, que encerrou o fim de semana da segunda edição do Doce Maravilha.

A performance da banda brasiliense, que aconteceu na noite do último domingo (26), no Jockey Club do Rio de Janeiro, contou com Dinho Ouro Preto e seus companheiros recebendo as presenças ilustres de Kiko Zambianchi, Zélia Duncan, Denny Conceição e Marcelo Sussekind.

Antes do show, o TMDQA! conversou com o vocalista nos bastidores do festival e Dinho falou sobre as músicas do Capital Inicial, que são consideradas atemporais até hoje e celebradas por diferentes gerações mesmo após mais de quatro décadas de carreira. Sem saber uma resposta definitiva, ele explicou:

Acho que o texto contribui bastante. Eu acho que o Capital, assim como a Legião, a nossa turma de Brasília, a gente vem de uma costela do Punk Rock. A gente começou muito por causa do Punk Rock, bandas da primeira geração do Punk Rock, como os Ramones e os Sex Pistols, em volta dessa ideia.

Essa primeira geração tinha uma ideia brilhante que era o ‘faça você mesmo’, sabe? O Rock não deve ser uma coisa que sai dos conservatórios. O Rock deve ser uma coisa que sai das ruas. Então, quanto mais simples a música e mais direta a mensagem, melhor. E eu acho que isso favoreceu o nascimento de inúmeras bandas em Brasília, fez com que as músicas dessas bandas sejam essencialmente muito simples. Você pode pegar o seu violão e tocar, e é legal, eu gosto que seja assim. Não há nenhum devaneio. As letras são muito simples, não tem momentos em que você não entende o que tá sendo dito ou por que que tá sendo dito, e as harmonias, as músicas também são bastante simples.

Eu acho que isso, talvez, seja algo que através das décadas continue sempre interessando a garotada. O cara pode pegar o violão dele em casa e tocar, e o que está sendo dito diz respeito a ele. São assuntos diários, são assuntos relevantes, são introspecções universais que todo mundo tem. Ou são comentários do dia a dia do Brasil que dizem respeito a todos os brasileiros.

Acredito que a combinação dessas coisas faz com que a coisa acabe encontrando ressonância em outras gerações. Pode passar o tempo que for, as pessoas ouvem aquilo e se veem. Se identificam, conseguem se conectar com aquilo, com aqueles mesmos assuntos. São como se fossem atemporais. Mas fico me fazendo a mesma pergunta, porque eu também não sei a explicação. Essa me parece a mais plausível.

 

Capital Inicial celebra 25 anos do Acústico MTV em show

Ainda na conversa antes do show, Dinho revelou a sensação de resgatar um álbum que marcou a história do Capital e de se apresentar ao lado dos músicos que estiveram na gravação original:

Hoje tem Kiko, Zélia, Marcelo Sussekind e Denny Conceição, só faltam duas pessoas da gravação original, que não estão presentes. Os outros artistas, acho que são seis, sete, estão todos aí. Um pouco de nervosismo. Quando a gente foi preparar o show e começar a ensaiar, a gente percebeu o quanto o Capital tinha mudado nesses 25 anos. Como o Capital ficou mais barulhento, o jeito que eu canto mudou.

Aquele disco, por exemplo, é quase todo sussurrado. A gente ensaiou ali naquele mesmo lugar onde o disco veio a ser gravado, a gente ensaiou durante dois meses; almoço e jantar, passávamos o dia ali, o que talvez, de algum modo, tenha contribuído pra aquele clima de calma, aquela coisa um passo pra trás, a expressão quase minimalista, sabe?

E a minha preocupação hoje é de ver uma plateia grande, e saber se vou conseguir manter esse espírito ou se eu vou automaticamente ligar pro máximo, e fazer uma interpretação um pouco mais pra fora. Então o desafio hoje na verdade é esse, é conter o entusiasmo, e eu não sei se sou capaz.

 

Realmente, como previsto, não foi uma tarefa fácil para Dinho Ouro Preto. Do início ao fim da performance, ele se mostrou bastante empolgado e emocionado de estar tocando aquelas músicas, que se tornaram alguns dos maiores sucessos do Capital Inicial.

A banda apresentou o disco na íntegra, seguindo a ordem da tracklist, e foi acompanhada pelo coro do público ao tocar músicas como “O Passageiro (The Passenger)”, “Todas as Noites”, “Independência”, “Primeiros Erros (Chove)”, “Natasha” e tantas outras.

Segundo o site Tenho Mais Discos Que Amigos, ao final do show e com os pedidos de “mais um” dos fãs, Dinho cantou a capella um trecho do hino de “Por Enquanto”, da saudosa Cássia Eller, levando boa parte da multidão às lágrimas enquanto os outros músicos se organizavam para deixar o palco.

Tanto é que, após a performance do Capital Inicial no Doce Maravilha, muitos fãs já estão pedindo para que a banda faça uma turnê de comemoração dos 25 anos do disco acústico. Segundo Dinho, o grupo pretende “estudar com carinho” o apelo. Será que vem aí?

 

A ascensão e queda do formato Acústico

Recentemente, falamos aqui sobre o formato Acústico, que em determinada época funcionava praticamente como um rito de passagem para alguns dos grandes nomes da música. Aqui no Brasil, bandas como o Capital, Engenheiros do Hawaii e Ira! alcançaram outro patamar ao revelar novas nuances de seus arranjos.

Conversamos com a banda Maglore, que recentemente lançou seu primeiro trabalho acústico, e também com Junior e João Marcello Bôscoli para entender o sucesso do formato e também se ele ainda tem espaço em 2024.

 

 

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Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos – Lara Teixeira

Fãs de Silverchair se empolgam com postagem misteriosa do baterista

Segundo o site Tenho Mais Disco Que Amigos, Ben Gillies, ex-baterista do Silverchair, provocou curiosidade nos fãs da lendária e saudosa banda nesta segunda-feira (31).

O músico publicou em sua conta do Instagram um vídeo em que aparece montando uma bateria dentro de um estúdio e, sem compartilhar muitos detalhes na legenda, ele desejou “bom dia” aos seguidores e incluiu a hashtag #Silverchair.

Como relata a NME, ao ser questionado nos comentários da publicação por um seguidor se ele iria tocar bateria no próximo álbum solo do ex-vocalista Daniel Johns, FutureNever, Ben negou.

Em outra resposta, afirmou que também não estava fazendo aquilo “em retaliação” ao novo trabalho de Johns.

 

Silverchair

Apesar do ex-vocalista ter colocado um ponto final definitivo na história do Silverchair em Outubro após criticar seus ex-colegas por afirmarem com frequência que o grupo estaria “apenas em uma pausa prolongada”, 2022 tem tudo para ser um ano significativo na história da banda.

Isso porque, além de completar 30 anos de sua formação, o grupo que marcou o cenário “pós Grunge” dos anos 90 e 2000 celebra o 25º aniversário do lançamento de seu segundo disco Freak Show, o 20º aniversário de Diorama e os 15 anos do lançamento do seu quinto disco, Young Modern.

Inclusive, Gilles recentemente relembrou da composição do hit “Freak” e compartilhou alguns detalhes sobre a canção, como te contamos aqui.

Garantido que o Silverchair não irá retomar suas atividades, Johns está se dedicando ao seu segundo disco solo, FutureNever, que ele pretende lançar em 1º de Abril pela BMG e que marca seu primeiro trabalho solo em seis anos.

Já Ben Gilles disponibilizou seu primeiro EP sob seu próprio nome, The Relative Relatives, no ano passado. Anteriormente, seu material solo de estreia foi o álbum Diamond Days, que ele assinou como Bento.

 

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Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos – Lara Teixeira

Radiohead e Red Hot Chili Peppers doam itens para leilão de caridade

Segundo o site Nação da Música,  e de acordo com a NME, em publicação deste domingo (30), Radiohead, Red Hot Chili Peppers, The Eagles e vários outros artistas doaram itens para o leilão de caridade “Igniting The Chance”, em prol da Watts Community Core.

O Radiohead doou um vinil e um box do álbum “In Rainbows”, de 2007, autografados por toda a banda. Já o Red Hot Chili Peppers cedeu uma guitarra Fender Stratocaster, também autografada, e o baixista Flea disponibilizou um baixo Fender Jazz com ilustrações feitas à mão.

A banda The Eagles liberou um violão assinado pelos integrantes, que foi usado no show Millennium, de 1999, no Staples Concert. Outros famosos que também fizeram doações de diversos itens foram Tony Hawk, Quincy Jones, George Clinton, Cypress Hill e mais.

O leilão acontecerá através do eBay e todo o dinheiro irá para a fundação sem fins lucrativos Watts Community Core, sediada em Los Angeles, que apoia famílias que vivem no Nickerson Gardens Housing Project e seus arredores.

Recentemente, o Radiohead lançou a faixa “Follow Me Around”, com um clipe muito divertido. Já o Red Hot Chili Peppers publicou um misterioso vídeo que os fãs especulam ser um novo single, sendo este a primeira música inédita divulgada após a volta do guitarrista John Frusciante à banda.

Fonte: Nação da Música – Dayanne Amaral

500 Milhas de Kart: Equipe RKC/Imab/Kiss FM faz sua história no pódio

Se o resultado final não foi o pretendido, a jornada foi muito boa para a equipe RKC/Imab/Kiss FM na 25ª edição das 500 Milhas de Kart, disputada no último domingo (30/1) no Kartódromo Ayrton Senna (São Paulo/SP). Afinal, o time de Interlagos garantiu a pole position da categoria Light (quarto tempo na Geral), liderou a prova na classificação Geral com os seus dois karts, e subiu no pódio em terceiro na Light.

“Confesso certa frustração porque a vitória na Light estava bem encaminhada, assim como um top 8 na Geral. Infelizmente uma dose de má sorte e alguns problemas mecânicos nos tiraram o P1, sem querer desmerecer os adversários. Cada pessoa deste time fez parte desta história”, comentou Fábio PL, piloto e organizador da equipe RKC/Imab/Kiss FM.

A pole position na categoria Light foi garantida no sábado pelo piloto Alberto Otazú (RKC/Imab/Kiss FM) debaixo de chuva, enquanto a pole position na Pro ficou com o piloto de Fórmula 2 Felipe Drugovich, uma das esperanças brasileiras para ingressar na Fórmula 1 em breve. A marca de Otazú também garantiu que ele partisse da quarta posição. No entanto, depois de um sorteio (Luck Dog) entre os 41 karts inscritos, elevou outra equipe para o quarto posto, fazendo com que a RKC/Imab/Kiss FM largasse em quinto.

Logo na partida Otazú já pulou para quarta posição, e ficou brigando entre os seis primeiros colocados até fazer o seu primeiro pitstop, entregando o seu kart já na liderança. Logo em seguida, Igor Mori que havia largado do 35º posto com o outro kart, assume a ponta da corrida em uma recuperação excepcional. O artista Bruno Sutter foi outro piloto da equipe RKC/Imab/Kiss FM a assumir a primeira posição da prova ainda na primeira metade das sete horas de competição.


Na segunda metade da corrida, alguns problemas como falhas em motor, parachoque e banco quebrados em ambos os karts e solucionados pela LR Preparações, fez com que posições fossem perdidas, mas ainda garantindo um pódio na terceira posição da categoria Light.

“Estou muito feliz pela oportunidade dada pela equipe RKC/Imab/Kiss FM para eu estrear nas 500 Milhas de Kart, e agradecido ao Rental Kart por tudo o que ele me ensinou. Todos os pilotos do time foram muito sérios e focados, dando a sua parcela de colaboração. E não podemos deixar de lembrar do apoio dos patrocinadores que permitiu que fizéssemos nossa história e pudéssemos comemorar no pódio”, exaltou Alberto Otazú, do time apoiado por Imab Fechaduras, Kiss FM, Move3, Master Healthlog, Ecoposte, Itasom e No Fire.

O Racing Kart Club, clube de companheirismo do Rotary Club Ponte Estaiada São Paulo participou da principal prova de longa duração do kartismo nacional com dois karts, contando com os pilotos Alberto Otazú, Andrez Velasco, Bruno Sutter, Caio Ditlef, Fábio Cunha, Fábio PL, Igor Mori e Nelson Reple.

Fonte: MasterMidia

Sami Chohfi lança lyric video do novo single ‘The Awakening’

Segundo o site Ligado à Música, o cantor norte-americano Sami Chohfi acaba de lançar a faixa “The Awakening”, acompanhada por um lyric video. A canção chega após o sucesso do single “Little One”.

“Eu tive um sonho muito estranho no qual eu estava trocando uma ideia com os rappers Tupac Shakur e Eminem em frente a um ônibus de turnê. Estávamos ouvindo a melodia de ‘The Awakening’ e na hora percebi que havia sonhado com uma inspiração para uma música, acordei e gravei a melodia no meu celular”, relembra o artista sobre o processo artístico da canção.

“The Awakening” (em português, “O Despertar”) é um chamado para celebrar a própria singularidade e individualidade, livres de julgamento e comparações. É uma música sobre a necessidade de mudança econômica, social e individual.

O lançamento promete trazer reflexão sobre nossos valores atuais como sociedade: “Ainda acredito que podemos caminhar de mãos dadas para um futuro melhor quando percebemos que estamos dormindo de olhos abertos”, finaliza Chohfi.

Fonte: Ligado à Música – Marcos Chapeleta

U2 homenageia vítimas do ‘Domingo Sangrento’ com versão de ‘Sunday Bloody Sunday’

Segundo o site Ligado à Música, o U2 prestou uma homenagem às vítimas do “Domingo Sangrento”, de 1972, com uma versão acústica do clássico “Sunday Bloody Sunday”. O massacre na Irlanda do Norte completou 50 anos nesse domingo (30).

No vídeo em preto e branco, o vocalista Bono e o guitarrista The Edge aparecem interpretando uma versão acústica da canção de 1983 com imagens da época no final. Assista abaixo.

“Sunday Bloody Sunday” foi inspirada nos trágicos acontecimentos do “Domingo Sangrento” onde 14 jovens irlandeses foram assassinados pelo exército britânico em um protesto pelos direitos civis em Derry. Outras 15 pessoas ficaram feridas.

“30 de janeiro de 2022 — Com amor, Bono & Edge”, diz a legenda do clipe.

Fonte: Ligado à Música – Marcos Chapeleta

 

Kit Woolven, produtor de Thin Lizzy e Tony Iommi, morre aos 71 anos

Segundo o site Wikimetal, Kit Woolven, produtor e engenheiro de som britânico, morreu na última quarta-feira, 26, aos 71 anos.

O produtor se tornou conhecido pelos trabalhos com bandas como Thin Lizzy, com a qual trabalhou no álbum Black Rose: A Rock Legend (1979) e diversos singles, David Gilmour no disco About Face (1984), Cradle Of Filth em discos como Dusk And Her Embrace (1996) e Lovecraft & Witch Hearts (2002), além de produções para U.F.O, Cathedral, Tony Iommi e David Bowie, de acordo com os créditos disponíveis no Rate Your Music.

Descanse em paz, Kit!

Fonte: Wikimetal – Larissa Catharine Oliveira

Alice Cooper promete dois novos álbuns “de puro rock ‘n’ roll”

Segundo o site Wikimetal, em participação no Trunk Nation With Eddie Trunk, Alice Cooper revelou que está preparando não apenas um, mas dois novos álbuns.

De acordo com o astro do rock, um dos dois novos discos já está completamente escrito, enquanto o outro está sendo planejado um pouco mais para o futuro, mas também está sendo escrito. “Eles são dois tipos totalmente diferentes de álbum, mas são álbuns do Alice Cooper, de puro rock ‘n’ roll. Serão dois álbuns de hard rock,” revela Cooper.

Ainda de acordo com Alice Cooper, ele seguirá trabalhando com seu produtor de longa data, Bob Ezrin, em ambos os discos. O momento atual também o lembra dos “velhos tempos” em que ele lançava novos álbuns ao mesmo tempo em que estava em turnê.

“Estamos meio que repetindo o processo e eu gosto disso,” conta Alice. “Mantém as coisas acontecendo. Não gosto de ter longos períodos de tempo em que nada acontece.”

Fonte: Wikimetal – Gabriela Marqueti

Led Zeppelin: imagens raras de show realizado em 1977 são divulgadas

Segundo o site Mundo Metal, bandas famosas e seu material vasto que parece não ter fim. É assim que os pesquisadores, arqueólogos da música e fãs se sentem ao vasculhar a obra do gigante Led Zeppelin. Muitas curiosidades e material antigo encontrado ainda causam impacto nos dias de hoje. Isso mostra o poderio do quarteto britânico mesmo depois de tanto tempo após o término oficial da banda.

O canal oficial do YouTube, Ledzepfilm, divulgou imagens inéditas extraídas da bitola cinematográfica de largura de 8 milímetros (mais conhecida como filme 8mm), de uma apresentação da banda em 1977. O show em questão aconteceu no cobiçado Madison Square Garden, retratando o barulho que o Led Zeppelin provocou com sua música. O quarteto mágico formado por Jimmy Page (guitarra), Robert Plant (vocal), Jason Bonham (bateria) e John Paul Jones (baixo), fez muitas pessoas comprarem seus discos e irem aos seus shows como este. No canal, há a seguinte mensagem sobre o item raro:

“Aqui estão algumas imagens excelentes da terceira noite das seis noites da banda no Madison Square Garden em 1977. Este rolo foi encontrado no mês passado por um preço alto e graças a algumas pessoas gentis, conseguimos colocá-lo em nossas mãos .

Ele tem duas datas – 10/06/1977 e 14/06/1977, além de algumas filmagens de fora do palco (ou seja, fotos aéreas ao redor de Nova York). Um grande agradecimento especial ao filmador original (seja quem for), Charley C. por adquirir e comprar este rolo, todos os que contribuíram para o seu fundo, e a Adam do GenesisMuseum pela excelente digitalização digital e redução de mofo.”

Um outro canal também do YouTube, chamado Professor Of Rock, do produtor executivo americano, Adam Reader, divulgou o vídeo também com uma mensagem:

“Como o Led Zeppelin criou sua maior música de sucesso, seu único top 10, o provocador sucesso dos anos 70 ‘Whole Lotta Love’ através de águas turbulentas, incluindo programadores de rádio conservadores e depois um processo judicial. O riff de Jimmy Page foi considerado o melhor de todos os tempos, o vocal evocativo de Robert Plant e a incrível seção rítmica de John Paul Jones e John Bonham, essa música é um verdadeiro clássico do Rock… A seguir, a história de um provocante sucesso no Top 5 criado por um supergrupo temerário que desafiou os guardiões do conservadorismo do rádio comercial. e acabou sendo processado por violação das leis de direitos autorais.”

Confira essa edição do canal Professor Of Rock e, na sequência, veja o raro vídeo deste grande ícone do Rock mundial:

Fonte: Mundo Metal – Stephan Giuliano

Van Halen: músicos estelares prestam homenagem a Eddie Van Halen em cruzeiro

(Photo by Daniel Knighton/Getty Images)

 

Segundo o site Mundo Metal, um verdadeiro supergrupo de músicos estelares prestaram homenagem ao saudoso guitarrista Eddie Van Halen neste fim de semana. Nomes como Nita Strauss (Alice Cooper), Ron “Bumblefoot” Thal (Sons of Apollo), Michael Starr (Steel Panther) e Jason Hooks (Ex-Five Finger Death Punch) foram alguns dos nomes, que tocaram clássicos do Van Halen no tradicional cruzeiro anual ShipRocked.

Um usuário do Youtube fez questão de gravar toda a apresentação em vídeo e adicionou na plataforma. A mesma pode ser conferida através do link abaixo:

Fonte: Mundo Metal – Gyovanne Vaz

Joni Mitchell e Nils Lofgren retiram catálogo do Spotify em solidariedade a Neil Young

Joni Mitchell, Nils Lofgren e Neil Young. Créditos: Reprodução/Facebook

 

Segundo o site Wikimetal, Joni Mitchell e Nils Lofgren são os mais novos nomes a se juntarem ao movimento de protesto iniciado por Neil Young.

Durante a última semana, Neil Young teve seu catálogo removido do Spotify após dar um ultimato à plataforma – suas músicas não deveriam continuar na rede de streaming enquanto o Spotify desse prioridade ao podcast negacionista The Joe Rogan Experience.

A decisão da plataforma de manter o podcast gerou um movimento de revolta nas redes sociais com a criação de hashtags como #DeleteSpotify e #CancelSpotify. Em seu site, Joni Mitchell explicou sua decisão e disse estar ao lado da ciência e da medicina.

“Decidi remover todas as minhas músicas do Spotify,” escreveu. “Pessoas irresponsáveis estão espalhando mentiras e isso está custando a vida de outras pessoas. Sou solidária a Neil Young e à comunidade científica e médica nessa discussão.” A cantora também compartilhou o link de uma carta aberta assinada por 370 profissionais da saúde em repúdio ao aparecimento do médico antivacina Robert Malone no podcast de Joe Rogan.

Nils Lofgren, do E Street Band e Crazy Horse, também se juntou ao movimento e publicou um comunicado no site de Neil Young onde defende a comunidade médica. “Quando esses homens e mulheres, que são heróis, que dedicaram suas vidas a salvar as nossas e nos curar, pedem por ajuda, você não vira as costas para eles por dinheiro e poder. Você ouve e os apoia,” escreveu. Sua decisão remove 27 anos de seu trabalho da plataforma.

 

Fonte: Wikimetal – Gabriela Marqueti

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