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Cantora de ópera ouve Foo Fighters pela primeira vez e analisa vocais de Dave Grohl

28 novembro, 2023
Cantora de ópera ouve Foo Fighters pela primeira vez e analisa vocais de Dave Grohl

Reprodução/YouTube

 

Entre os diversos sucessos lançados pelo Foo Fighters, a faixa “Everlong”, de 1997, se destaca por ter se tornado um dos maiores clássicos do Rock moderno.

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Segundo o site Tenho Mais Discos Que Amigos, recentemente, a cantora de ópera Elizabeth Zharoff ouviu pela primeira vez este hino que integra o disco The Colour and the Shape para marcar sua primeira experiência com os Foos e compartilhou a reação em seu canal do YouTube, The Charismatic Voice, trazendo uma análise sobre os inconfundíveis vocais de Dave Grohl.

Ao invés de ouvir a versão gravada para o álbum, Zharoff decidiu conhecer “Everlong” na poderosíssima versão ao vivo que a banda tocou no estádio de Wembley, em Londres, em 2008. Como te falamos anteriormente, as performances que aconteceram nos dias 6 e 7 de Junho daquele ano renderam ao grupo o DVD Live at Wembley Stadium, que se tornou um dos seus principais registros ao vivo.

 

Cantora de ópera analisa voz de Dave Grohl

Logo no início do seu vídeo, a cantora de ópera revela aos espectadores que a única vez que ouviu Dave cantando foi quando ele interpretou o Demônio no filme do Tenacious D. Após os primeiros versos cantados por Grohl, Elizabeth comenta sobre a autenticidade da voz do artista:

Ele parece tão sincero em sua fala. Não é perfeito, o que significa que há pequenos detalhes que se você estivesse apenas produzindo isso, alguns produtores diriam, ‘Vamos ajustar esta afinação em particular, neste momento…’ e o que eles fariam acabaria tirando a humanidade disso, a menos que eles fossem super, super, super produtores inteligentes. Eu amo o jeito que parece tão autêntico e imediatamente conectado com sua mensagem para o público.

Ela também comenta que adora a maneira como ele demora para pronunciar o “Hello” que inicia a música, e descreve como cativante a forma que Grohl leva o público até a parte “robusta da música”, o que a faz querer cantar junto com ele.

Elizabeth também destaca o fato de Dave aparecer em alguns momentos bem próximo ao microfone, algo que possivelmente seria uma técnica super inteligente para que ele consiga alcançar “uma espécie de limite inferior do alcance dele”. Ela ainda acrescenta, percebendo que Grohl está fazendo um esforço para manter a dinâmica mais intimista inicialmente:

Eu acho fascinante também agora que ele subiu, saltou para uma nota que era muito mais alta, mas foi realmente controlada com a dinâmica. Automaticamente as vozes querem ficar mais agudas quando estão mais altas se estiverem no mesmo registro vocal e, quando ele salta para aquela nota, parece… provavelmente seria quase bom simplesmente explodir com o som, mas em vez disso, ele o mantém realmente controlado para manter aquele nível dinâmico essencialmente mais íntimo. Isso coloca tudo em perspectiva e acho que isso permitirá um maior crescimento na música mais tarde.

 

A cantora de ópera ainda ficou impressionada com a reação do público em determinado momento, no qual todos começam a bater palma:

Eu senti arrepios! Há algo tão doce na maneira como ele empurra e puxa o ritmo e a dinâmica e está intimamente envolvido com o público, mas aí vem esse acúmulo e parece que o público está pronto para explodir. Eu posso realmente sentir a energia do público no som dele, é tão legal.

Ela também elogia a música e a performance e aponta que diversos sentimentos são provocados a partir dos vocais de Dave Grohl. “É reconfortante, embora seja muito introspectivo e eu sinta que há muitos questionamentos aí. Há um sorriso em sua voz que parece que há muito cuidado”, descreve ela.

 

Veja reação de cantora de ópera ouvindo Foo Fighters pela primeira vez

Elizabeth ainda relembra as ações pelas quais o vocalista é conhecido e como isso reflete em sua apresentação, na qual ele parece oferecer aos fãs diversas emoções e um ambiente confortável.

A cantora fica em êxtase com o momento em que Grohl retorna para o lado de seus colegas do Foo Fighters e eles entram na performance com outros instrumentos, fazendo a canção explodir com uma sonoridade bem mais enérgica:

Eu queria ter estado nesse show! Esse crescimento foi tão bom, minha bocheca dói de tanto sorrir. […] Agora, ele colocou pressão em seu som. Obviamente, antes era apenas muito leve, muito mais aberto e relaxado e, quando ele descia para as notas graves, apenas deixava bastante ar entrar para expandir o espaço. Agora, quando ele desce, ele está colocando um pouco de pressão para dar a eles aquele toque extra e um pouco de raiva. Eu adoro a maneira como ele adicionou distorção a essa parte mais alta agora, porque tem outra camada de emoção que é muito legal de desfrutar.

 

Confira o vídeo completo de Elizabeth Zharoff ouvindo Foo Fighters pela primeira vez abaixo!

 

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos – Lara Teixeira

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