Nelson Brito, baixista do Golpe de Estado, morre aos 64 anos

Foto: Reprodução/Facebook

Nelson Brito, baixista e membro fundador do Golpe de Estado, morreu nesta sexta-feira (12), aos 64 anos. O músico estava internado desde o início de junho devido à descoberta de um tumor intestinal. Na ocasião, Brito foi submetido a uma cirurgia emergencial.

Segundo o site Ligado à Música, a informação da morte do baixista foi confirmada pela banda paulista nas redes sociais. “Somos gratos a todos que emanaram vibrações de cura durante todo o processo em que esteve hospitalizado”, diz comunicado.

O texto continua: “Acreditamos que sua consciência seguirá viva, muito além do que nossas mentes sejam capazes de compreender. Nesse momento difícil focalizaremos nossas preces para que nosso amigo faça uma boa viagem de volta pra casa.

Nelson Brito fundou o Golpe de Estado em 1985 ao lado de Hélcio Aguirra (guitarra), Catalau (vocal) e Paulo Zinner (bateria). Após a morte de Aguirra em 2014, o grupo continuou com novos integrantes.

 

 

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Fonte: Ligado à Música – Marcos Chapeleta

Ghost: filme “Rite Here Rite Now” terá exibição online

Foto: Reprodução/Youtube

 

O novo filme do Ghost se chama Rite Here Rite Now. Após sucesso nos cinemas, a obra ganhará exibição online com direito a entrevistas com Tobias Forge, com o diretor Alex Ross Perry e o diretor de performance Jim Parsons.

Os ingressos custarão cerca de US$ 19,99 e podem ser adquiridos através do site Veeps.

Rite Here Rite Now entrou diretamente na lista dos 10 mais populares eventos de Hard Rock. Ele acumulou a maior bilheteria neste tipo de evento nos Estados Unidos. O filme possui cenas inéditas de shows ocorridos em 2023 e ainda possui um roteiro que retorna para a trama da série “Chapters”. Um CD com a trilha sonora do filme será lançado pela Loma Vista Recordings.

 

Foto: Divulgação

Segundo o site Mundo Metal, Tom Walley, CEO da Loma Vista, disse que há mais de duas décadas, quando o Ghost assinou contrato com a empresa, ele já perguntava para Tobias Forge “qual a história da banda”. Ele conta:

“Ele sentiu que contar uma história era vital para envolver novos fãs. Eu disse que, como éramos uma banda ‘bebê’ e, mais importante, éramos uma banda bebê ANÔNIMA, não havia realmente uma história convincente para contar. Ainda não, de qualquer forma. Mas eu disse a ele que se ele quisesse uma história, eu poderia inventar uma. Este filme é o fruto dessa conversa.

Colaborar com Tobias para expandir a saga do Ghost em um longa-metragem foi um deleite perverso. Este filme nos permitiu ser inspirados por tudo, desde o terror mudo até “The Great Rock n’ Roll Swindle”, de Ralph Bakshi a KISS Alive II. As influências foram muitas, mas acima de tudo, o objetivo final era fazer um banquete único não apenas para os fãs de Ghost, mas para todos os amantes da alquimia cinematográfica entre o espetáculo do Rock e os deleites assustadores dos filmes de terror.”

 

 

Fonte: Mundo Metal – Fabio Reis

 

Slayer: segundo Kerry King, “desde o início dos anos 90 eu fiz todas as guitarras base e todo o baixo nos discos”

Foto: Reprodução/Facebook

 

O Slayer é uma banda envolta em polêmicas, principalmente, se pensarmos nas declarações de seu guitarrista Kerry King.

Em alguns casos, mesmo quando a intenção não foi polemizar, a forma como os acontecimentos são descritos pelo guitarrista acabam dando munição para que as polêmicas sejam instauradas. E acredito que este foi o caso aqui.

Em uma nova entrevista concedida concedida a revista Guitar World, Kerry precisou explicar um comentário que fez quando falou com a Rolling Stone. Na Ocasião, ele foi questionado sobre as gravações de baixo no estúdio e disse:

“Eu toquei o baixo no estúdio. Não no meu álbum solo, mas desde o início dos anos 90 eu fiz todas as guitarras base e todo o baixo nos discos do Slayer. Eu sempre fiz o baixo porque meu cara, Tom Araya, realmente não fazia.”

 

Na recente entrevista, Kerry se retratou:

“Nós sempre deixávamos Tom tocar baixo até ele se cansar de não ser bom nisso. Em defesa de Tom, até aquele ponto, ele nunca tinha tocado as músicas. Sempre fomos só eu e Paul tocando. E então entramos no estúdio, é hora de gravar. Acho que Tom colocou na cabeça que ele vai conseguir fazer isso. Mas para qualquer um que nunca tocou uma música antes, entrar sem conhecer a música e deixá-la no nível de gravação não é realista.

Então, se eu já fiz minhas faixas de guitarra, Jeff fez suas faixas de guitarra, e Tom não sabe as partes de baixo dele, eu posso pegar um baixo e terminar em menos de um dia porque eu já sei as músicas. Chegou ao ponto em que ele brincava e tocava uma música por oito horas antes de ficar frustrado e simplesmente dizer: ‘aqui, faça você!’. Eu não quero que ninguém pense por um segundo que ele não conseguiria fazer se tivesse tempo para aprender.”

 

Fonte: Mundo Metal – Fabio Reis

Skid Row: “temos alguns caras no radar que faremos um teste”, sobre substituto de Erik Gronwall

Foto: Reprodução

E o Skid Row segue procurando um novo vocalista para substituir o excepcional cantor sueco Erik Gronwall, que precisou deixar o grupo por questões de saúde.

Recentemente, em uma sessão de perguntas e respostas ao Days Of The Dead, o baixista Rachel Bolan falou um pouco mais do que a banda está fazendo atualmente e como estão as buscas por um novo cantor, já que Sebastian Bach, vocalista clássico do grupo, está completamente descartado.

O baixista disse:

“Estamos sempre escrevendo, trocando ideias. No momento, estamos procurando um vocalista. Já ouço todos vocês revirando os olhos. Nosso último vocalista, Erik Grönwall, saiu para priorizar a saúde dele, o que é compreensível. Então, agora, estamos apenas demorando um pouco, porque temos tempo para isso. E temos alguns caras no radar que faremos um teste. E também há alguns amigos nossos que querem fazer o que Lzzy Hale do HALESTORM fez e participar nos vocais em alguns shows. E isso também é divertido. Foi muito divertido fazer aqueles shows com Lzzy.”

 

Dave “Snake” Sabo, guitarrista do Skid Row, ainda comenta:

“Também temos um disco ao vivo ‘Live In London’ saindo. Nos próximos meses ele será lançado. E fizemos isso em Londres, o que foi muito especial para nós porque aquela cidade tem um lugar em nossos corações desde o início da banda. Então, foi um lugar onde pudemos ter um momento no tempo para sempre. E foi um show muito divertido. E estou muito feliz por isso, depois de todo esse tempo. de ter o SKID ROW finalmente conseguindo gravar um disco ao vivo, é algo de que estamos muito orgulhosos.”

 

 

Fonte: Mundo Metal – Yurian ‘Dollynho’ Paiva

Audição do disco ‘Songwriter’, do Johnny Cash

Foto: Divulgação

 

Por: Rodrigo Noé de Souza – Mtb 0090611/SP

Em um dia frio na capital paulista, nada melhor do que curtir uma boa noite de música em um ambiente bem agradável. E esse lugar é o Bar Matiz, no Centro de São Paulo. O bar fica no 11º andar em um prédio na Rua Martins Fontes, próximo ao Novotel, em frente à rua Xavier de Toledo, onde fica a estação Anhangabaú do Metrô.

Ao adentrar no bar, vimos um lugar bem luxuoso, com uma vista privilegiada, e uma trilha sonora ao fundo, cujas prateleiras são recheadas de discos de vinil, e rolava um Jazz.

Mas, o que o Big Rock N’ Roll estava fazendo num lugar como esse? À convite da Universal Music, fomos ouvir o disco ‘Songwriter’, do Johnny Cash, lançado em 28 de junho.

Segundo o site Big Rock N’ Roll, o disco foi produzido pelo John Carter Cash, filho do cantor, e David Ferguson, e que conta com as participações de Dan Auerbach e Vince Gil. A banda que acompanhou o Homem de Ferro foi composta por Marty Stuart, Dave Roe e Pete Abbot.

Devem estar perguntando, mas como Johnny Cash havia lançado esse disco em 2024, se ele morreu em 2003? O motivo é simples. Songwriter reúne músicas compostas em 1993. Ou seja, são gravações que foram restauradas pelo filho do cantor.

Então, pode-se dizer que, ao ouvir as músicas, dá para notar que elas estão novinhas em folha. Com certeza, a audição do disco foi de encher os olhos d’água. Cash “continua” com sua emoção à flor da pele.

Quem acompanhou a trajetória do Man In Black, sabe que o cara era durão, mas com aquele coração bondoso.

Ouça aqui: https://open.spotify.com/album/4Y58KotkrZ32Nnni8CuXRd?si=GDdfczg5Q5yJ1fSEG6D62g

 

Fonte: Big Rock N’ Roll – Juliana Carpinelli

Deep Purple toca “Smoke On The Water” em local que inspirou a música

Foto: Reprodução/Facebook

 

Sem dúvidas, o hit “Smoke On The Water”, do Deep Purple, tem um dos riffs mais marcantes da história do Rock – e a composição, para quem ainda não sabe, carrega uma origem bem interessante.

A faixa foi inspirada no incêndio no cassino do Montreux Jazz Festival durante um show de Frank Zappa em 4 de Dezembro de 1971. Naquele dia, a banda de Ian Gillan estava na cidade da Suíça para gravar seu último álbum, que viria a se chamar Machine Head e foi lançado no ano seguinte.

No entanto, o Deep Purple foi obrigado a sair de seus quartos de hotel em meio à fumaça, e as cenas que vieram a seguir foram a inspiração por trás da música, por isso ela recebeu o título “Smoke On The Water” (“Fumaça Na Água”, em português), em referência também às margens do Lago Genebra.

O mais curioso é que, na última segunda-feira (8), o grupo retornou à cidade justamente para participar da 58ª edição do Festival de Jazz de Montreux. Apesar de já ter sido o 10º show do Deep Purple por lá, eles se apresentaram no novíssimo Lake Stage do festival – construído na superfície do famoso lago.

O setlist foi aberto pela faixa “Highway Star”, com seus longos solos de guitarra e órgão de inspiração clássica, e o repertório também passou por outros clássicos como “Space Truckin’”, “Anya” e “Into The Fire”, além de canções que estarão no próximo álbum =1.

Confira alguns vídeos do show do Deep Purple no Montreux Festival ao final da matéria!

 

Deep Purple retornou ao festival que inspirou seu maior hit

Segundo o site Tenho Mais Discos Que Amigos, a apresentação do Deep Purple no festival de Montreux reuniu cerca de 5 mil fãs e, antes do show, a banda organizou um painel exclusivo de perguntas e respostas em que os integrantes discutiram as suas memórias do incêndio de 1971, compartilhando lembranças inéditas com o público.

Ao relembrar o incêndio no cassino local e a gravação do sucesso, o baixista Roger Glover disse:

Ele durou a tarde toda, a noite toda, inteirinha. Fomos e olhamos para ele na manhã seguinte e lá estava ele, desaparecido. Foi uma coisa assustadora. Na manhã seguinte, eu estava sozinho no meu quarto e acordei com aquelas palavras em meus lábios, e as disse para um quarto vazio. E então eu realmente acordei e disse: ‘O que eu acabei de dizer? Fumaça na água? [‘Smoke On The Water’]’ Não tenho ideia do que isso significava.

Mencionei isso a Ian [Gillan] e ele disse: ‘Sim, parece uma música sobre drogas, é melhor não fazermos isso.’ Nossos roadies mantinham as portas fechadas porque a polícia estava tentando entrar para nos impedir porque estávamos mantendo toda a cidade de Montreux acordada.

 

Imagina o caos! O Montreux Jazz Festival continuará até 20 de Julho, recebendo ainda shows de The National, RAYE, Massive Attack, Tems, Duran Duran, Janelle Monáe, Sting, Kraftwerk, Lenny Kravitz e muito mais.

 

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos – Gabriel von Borell

Nirvana: processo envolvendo a logo “smiley face” e Marc Jacobs chega ao fim

Logo oficial do Nirvana. Foto: Divulgação

 

Um longo processo do Nirvana contra o estilista Marc Jacobs envolvendo a famosa logo do rosto sorridente (“smiley face”) terminou depois que todas as partes envolvidas, incluindo uma terceira, aceitaram um acordo.

Pois é: a ação judicial envolvia também Robert Fisher, ex-diretor de arte que entrou na briga alegando que foi o criador da logo quando esteve envolvido com a gravadora do Nirvana, a Sub Pop.

Tudo teve início em 2018, quando a banda processou Jacobs por ter supostamente violado seus direitos autorais com uma camiseta da chamada coleção Bootleg Redux Grunge, que imitava a imagem da logo.

Para diferenciar da marca de Kurt Cobain e companhia, a camisa desenhada por Marc substituiu os “x” que representam os olhos do rosto por “M” e “J”, além de trocar a palavra “Nirvana” por “Heaven” (“Céu”, em português) – como você pode ver no tuíte ao final da matéria.

Segundo a Loudwire, os advogados do Nirvana argumentaram na época que o uso da imagem foi “intencional” para “associar toda a coleção ‘Bootleg Redux Grunge’ ao grupo que se tornou um dos fundadores do gênero musical conhecido como Grunge.

 

Processo pela logo do Nirvana envolveu Kurt Cobain

De acordo com os autos do processo, Jacobs teria tido a intenção de associar o Grunge à sua coleção para torná-la mais autêntica. Como Cobain é considerado o criador do logotipo original, Jacobs foi processado pela banda e contestou o reconhecimento de Kurt como detentor da logo em 2019, afirmando que seu criador, na verdade, era desconhecido.

Os advogados de Jacobs disseram que “a aparente ausência de qualquer pessoa viva com conhecimento de primeira mão da criação da obra supostamente protegida por direitos autorais em questão, juntamente com inúmeras outras deficiências no Registro 166 que é a base para a alegação de violação do Nirvana, são a base pela reconvenção apresentada.”

Já Fisher havia entrado com sua própria ação reivindicando a propriedade no início deste ano e sua equipe jurídica defendia a ideia de que ele teria direito a participar da divisão de lucros gerada pelo logotipo:

Há 30 anos, o Nirvana obtém enormes lucros com o trabalho do Sr. Fisher através da venda de uma ampla gama de produtos. Auxiliado por uma equipe de advogados e gerentes, o Nirvana conseguiu fazer isso sem qualquer compensação ao Sr. Fisher, alegando falsamente autoria e propriedade.

 

Nirvana e Marc Jacobs entraram em acordo para dar fim a processo

Para dar fim à ação legal, as três partes concordaram agora com uma proposta de mediador apresentada pelo juiz Steve Kim. Outros detalhes sobre o acordo não foram discutidos no último processo conjunto.

Segundo o site Tenho Mais Discos Que Amigos, os advogados do Nirvana, Fisher e Jacobs não responderam imediatamente aos pedidos de comentários até o fechamento dessa reportagem e a oficialização do acordo é esperada nas próximas semanas.

 

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos – Gabriel von Borell

Kiss: clássico da banda ultrapassa 1 bilhão de streams no Spotify

Foto: Richard Drew

 

Bem, o Kiss tem um acervo invejável de clássicos eternos do Rock and Roll, mas ao contrário do que se espera, não foi uma dessas canções Rock que alcançou a marca notável de 1 bilhão de streams no Spotify.

Eu sei que você provavelmente chutaria algo como “Rock And Roll All Nite”, “I Love It Loud”, “Lick It Up”, “Detroit Rock City” ou “Love Gun”, mas a faixa que alcançou este feito foi a sorrateira “I Was Made For Lovin’ You”.

 

Mesmo sendo uma canção que Gene Simons diz abertamente detestar por parecer que ele está cantando como sua vó, o clássico originalmente gravado para o disco “Dynasty”, de 1979, foi a primeira música do Kiss a adentrar o famoso Billions Club.

Segundo o site Mundo Metal, para quem não está familiarizado, o Billions Club é uma playlist criada pelo próprio Spotify para receber todos os sucessos que consigam atingir a marca de 1 bilhão ou mais de streams.

“I Was Made For Lovin’ You” se juntou a faixas como “Nothing Else Matters” (Metallica), “Dream On” (Aerosmith), “Eye Of The Tiger” (Survivor), “Paradise City” (Guns N’ Roses), “You Give Love A Bad Name” (Bon Jovi), “Paranoid” (Black Sabbath), “Highway To Hell” (AC/DC), Bohemian Rhapsody (Queen), “Sweet Home Alabama” (Lynyrd Synyrd), “Don’t Stop Believin’” (Journey), “Sultans Of Swing” (Dire Straits) e outras.

A playlist possui atualmente cerca de 600 músicas, sendo que a mairia delas não são de Rock ou Heavy Metal.

 

 

Fonte: Mundo Metal – Fabio Reis

Ozzy Osbourne monta banda dos sonhos com dois Beatles e escolha curiosa

Foto de Ozzy Osbourne via Shutterstock

 

Ao longo de sua carreira de quase 60 anos, Ozzy Osbourne teve a oportunidade de colaborar com diversas lendas da música, mas, ainda assim, ele não chegou a realizar todas as parcerias que desejava.

Em um novo episódio do podcast The Osbournes, Kelly Osbourne leu um recado em que um dos espectadores do programa perguntou quem o icônico vocalista do Black Sabbath escolheria para sua banda dos sonhos. Prontamente, Ozzy respondeu citando dois Beatles:

Eu teria John Lennon, Paul McCartney, eu, Jimi Hendrix.

 

Em seguida, Sharon Osbourne lembrou seu marido de nomear um baterista e, depois de pensar um pouco, o músico escolheu Tommy Clufetos, que tocou bateria para Ozzy em sua banda solo e substituiu Bill Ward na última turnê do Black Sabbath.

Após a escolha de Ozzy, seu filho Jack Osbourne apontou que uma performance com os músicos mencionados pelo pai “seria um show e tanto”. Difícil discordar, né?!

Ozzy Osbourne e sua banda dos sonhos

Para justificar a menção de John Lennon e Paul McCartney em seu grupo dos sonhos, vale lembrar que Ozzy Osbourne já declarou sua admiração pelos Beatles em algumas situações.

Segundo o site Tenho Mais Discos Que Amigos, em 2022, em entrevista à Rolling Stone (via Loudwire), o músico afirmou que a banda britânica continuava sendo a sua favorita e apontou que, além de ouvir o grupo constantemente, a música “Darkside Blues”, do seu disco solo Patient Number 9, é uma homenagem conceitual a Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band.

Além disso, Ozzy tentou trabalhar com Paul em sua música de 2001 “Dreamer”, o convidando para tocar baixo na faixa; no entanto, Macca teria dito que a contribuição de Robert Trujillo no baixo era muito boa para ser substituída – relembre logo abaixo.

Inclusive, o primeiro encontro de Ozzy Osbourne e Paul McCartney conseguiu deixar o Príncipe das Trevas quase sem palavras.

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos – Lara Teixeira

The Killers mostra classificação da Inglaterra na Eurocopa em show e comemora com “Mr. Brightside”

Foto: Reprodução/Twitter

 

Os fãs do The Killers que estavam no show da banda em Londres nesta quarta-feira (10) durante a semifinal da Eurocopa, disputada entre Inglaterra e Holanda, tiveram uma celebração especial quando o time inglês levou a melhor em campo.

Durante o show realizado na O2 Arena, Brandon Flowers e seus companheiros de banda pausaram sua performance para assistir aos minutos finais do jogo decisivo junto com a plateia. E, logo após a Inglaterra garantir a vitória, uma festa impressionante tomou conta do local.

Enquanto eram disparados confetes brancos e vermelhos, o The Killers foi acompanhado pela multidão ao som do hit “Mr. Brightside”, que completa oito anos na parada Top 100 do Reino Unido em 2024.

Através de suas redes sociais, o grupo compartilhou uma série de fotos do show e, na legenda, declarou: “Hoje à noite tocamos pela Inglaterra”. Como você pode ver no registro ao final da matéria, o momento faz qualquer um se arrepiar!

The Killers no Reino Unido

Segundo o site Tenho Mais Discos Que Amigos, vale lembrar que, enquanto o The Killers se apresentava em Manchester em junho, a banda demonstrou sua admiração por dois artistas ídolos locais ao tocar versões de “True Faith”, do New Order, e “Ten Storey Love Song”, dos Stone Roses.

Além disso, ao longo da turnê pelo Reino Unido, Brandon Flowers e seus companheiros apresentaram covers de “Come Dancing”, do Kinks e até um trecho de “The Sweetest Thing”, do U2, durante suas passagens por Dublin.

 

The Killers celebra vitória da Inglaterra com os fãs

 

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos – Lara Teixeira

James Hetfield e Rob Halford celebram Turnstile em Festival Norueguês

Foto: Alexander Stock

Os ícones James Hetfield, do Metallica, e Rob Halford, do Judas Priest, foram vistos curtindo um show da banda norte-americana Turnstile no festival norueguês Tons Of Rock que aconteceu no mês de junho.

O vídeo que viralizou nas redes sociais mostra Hetfield e Halford entusiasmados, aplaudindo e se envolvendo com a performance enérgica de Turnstile.

Tanto o Metallica quanto Judas Priest foram headliners no mesmo festival dos dias 26 e 28, respectivamente.

Turnstile em festivais

Em recente conversa com a NME, Brendan Yates vocalista da Turnstile comentou sobre a participação da banda em grandes festivais como foi o caso do Glastonbury em 2022: “Acho que talvez haja uma maneira subconsciente de se adaptar a qualquer lugar em que você esteja, seja uma sala com 50 pessoas ou um grande festival. Você sempre fará exatamente o que faz e será exatamente quem você é. Não sei se isso é uma coisa específica que fazemos, mas talvez seja mais uma busca subconsciente pelas maneiras de se conectar mais.”

Segundo o site Wikimetal, discorrendo sobre a ascensão da banda, ele continuou: “A capacidade de alcançar quem quer que esteja procurando por nossa música e ver isso acontecer é sempre uma sensação incrível.”

“Desde que pudemos tocar ao vivo novamente, as oportunidades que fomos abençoados de tocar para tantas pessoas novas… Acho que tocar, não importa para quem você pergunte, é sempre uma oportunidade emocionante, especialmente nunca sentir que você está fazendo a mesma coisa e que você está sempre crescendo constantemente. Isso não significa necessariamente o tamanho de uma multidão, mas crescer no que diz respeito a desafiar a si mesmo, se colocar em novos cenários e aproveitar suas oportunidades de crescer no futuro.”

Fonte: Wikimetal – John Alves

Dave Grohl dedica “Times Like These” a Tom Morello em show na Polônia

Foto: Wikimedia Commons

Dave Grohl, durante show do Foo Fighters, dedicou a canção “Times Like These” aTom Morello, ex-guitarrista do Rage Against The Machine. Ambos faziam parte do lineup do Open’er Festival em Gdynia, na Polônia.

No vídeo que registra o momento, é possível ver Grohl se aproximando de Morello, que assistia ao show ao lado do palco, para tocar a canção de perto. Após o solo de guitarra, os músicos se abraçam, visivelmente emocionados.

Segundo o site Wikimetal, Tom Morello também subiu ao palco do festival com a banda italiana Måneskin para tocar “GOSSIP“, colaboração entre os artistas. Mais cedo, no Download Festival 2024, em Leicestershire na Inglaterra, ele também fez uma homenagem ao Måneskin, além de ter sido acompanhado pelo guitarrista Thomas Raggi para um cover da banda MC5 no show principal no Electric Ballroom, casa de shows em Camden.

Relembrando o momento, Morello compartilhou o clipe no Instagram. “Loucura ontem à noite no @opener_festival na Polônia curtindo muito com os amigos @maneskinofficial e Dave Grohl e @foofighters!”.

 

 

 

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Fonte: Wikimetal – Giovanna Bohrer

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